Como estudar sem a perspectiva de saída do edital??
Como em qualquer projeto, o concurseiro precisa de uma série de boas
manobras táticas em seu caminho rumo à aprovação. E será mesmo que a
ausência de edital publicado, com as “regras do jogo”, tornaria o
preparo algo inócuo? Defendemos que não.
O edital, a famosa “lei do concurso”, é um parâmetro do que, de fato, será cobrado; ele, porém, é um aferidor de capacidades que o concurseiro terá de exibir no processo seletivo, não todo o arsenal de informações que um concurseiro pode – e deve – agregar para poder desempenhar bem o seu cargo. Daí que o edital, em si mesmo, não é imprescindível para o concurseiro sério e disciplinado. Como, então, estudar e se preparar sem edital na praça?
Antes de passar algumas dicas a respeito de como estudar sem um edital, permita-me fazer uma observação. Tática é o emprego de forças; estratégia, apesar da grande profusão do termo, sobretudo no meio empresarial, é o emprego de soldados (do grego stratos). Então entendo que o mais apropriado é dizer que deve ocorrer um emprego tático de manobras para conseguir o resultado almejado nos concursos públicos.
TÁTICA DO ESTUDO PELA MÉDIA - Essa tática é válida quando o candidato usa da prática de estudar para vários concursos ao mesmo tempo. Se a meta dele, por assim dizer, é ir para a área de Magistratura, existem matérias indispensáveis para alcançar o objetivo, além de leis e jurisprudência específicas. Assim sendo, o candidato a uma área – não apenas a determinado cargo – deve pegar a média de matérias cobradas e, ao chegar finalmente o edital, estudar as restantes, como uma adaptação.
TÁTICA DO ESTUDO DAS MATÉRIAS COMUNS - Há as matérias que se constituem em verdadeiras “figurinhas tarimbadas” de qualquer exame. Ora, se quero um cargo público, necessariamente preciso passar pelas duas mais cobradas em qualquer exame ao serviço público: Direito Constitucional, por lidar diretamente com direitos fundamentais ao cidadão, e Direito Administrativo, justamente por trazer elementos indispensáveis ao exercício do cargo, emprego ou função pública. Para qualquer concurso, não deixe de estudar – bem – as matérias fundamentais.
TÁTICA DO PORTUGUÊS - Não, não é a tática fornecida pelo seu Manoel. A tática do português é simples: para poder se comunicar com o examinador, conheça e fale corretamente a língua portuguesa. Para interpretar as questões objetivas, conheça e fale corretamente a língua portuguesa. Para ir bem na parte de Português, em Conhecimentos Gerais, conheça e fale corretamente a língua portuguesa. Estudar Português é fundamental para qualquer exame. Conhecer de gramática, regência verbal, acentuação, pontuação: quem quiser um cargo público precisa saber se comunicar.
O edital, a famosa “lei do concurso”, é um parâmetro do que, de fato, será cobrado; ele, porém, é um aferidor de capacidades que o concurseiro terá de exibir no processo seletivo, não todo o arsenal de informações que um concurseiro pode – e deve – agregar para poder desempenhar bem o seu cargo. Daí que o edital, em si mesmo, não é imprescindível para o concurseiro sério e disciplinado. Como, então, estudar e se preparar sem edital na praça?
Antes de passar algumas dicas a respeito de como estudar sem um edital, permita-me fazer uma observação. Tática é o emprego de forças; estratégia, apesar da grande profusão do termo, sobretudo no meio empresarial, é o emprego de soldados (do grego stratos). Então entendo que o mais apropriado é dizer que deve ocorrer um emprego tático de manobras para conseguir o resultado almejado nos concursos públicos.
TÁTICA DO ESTUDO PELA MÉDIA - Essa tática é válida quando o candidato usa da prática de estudar para vários concursos ao mesmo tempo. Se a meta dele, por assim dizer, é ir para a área de Magistratura, existem matérias indispensáveis para alcançar o objetivo, além de leis e jurisprudência específicas. Assim sendo, o candidato a uma área – não apenas a determinado cargo – deve pegar a média de matérias cobradas e, ao chegar finalmente o edital, estudar as restantes, como uma adaptação.
TÁTICA DO ESTUDO DAS MATÉRIAS COMUNS - Há as matérias que se constituem em verdadeiras “figurinhas tarimbadas” de qualquer exame. Ora, se quero um cargo público, necessariamente preciso passar pelas duas mais cobradas em qualquer exame ao serviço público: Direito Constitucional, por lidar diretamente com direitos fundamentais ao cidadão, e Direito Administrativo, justamente por trazer elementos indispensáveis ao exercício do cargo, emprego ou função pública. Para qualquer concurso, não deixe de estudar – bem – as matérias fundamentais.
TÁTICA DO PORTUGUÊS - Não, não é a tática fornecida pelo seu Manoel. A tática do português é simples: para poder se comunicar com o examinador, conheça e fale corretamente a língua portuguesa. Para interpretar as questões objetivas, conheça e fale corretamente a língua portuguesa. Para ir bem na parte de Português, em Conhecimentos Gerais, conheça e fale corretamente a língua portuguesa. Estudar Português é fundamental para qualquer exame. Conhecer de gramática, regência verbal, acentuação, pontuação: quem quiser um cargo público precisa saber se comunicar.
Essas
são algumas das principais táticas de estudo sem edital. Concurseiro
prevenido nunca pode ser pego de surpresa, nem ser ingênuo demais para
esperar um edital ser publicado e só aí usar de quarenta a cinquenta
dias para estudar. Não pense ele que vai conseguir alguma coisa, nessa
trajetória rumo à investidura.
Agora é só começar ou recomeçar a estudar!!
Bons estudos
Rafa

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